Presidentes do Entroncamento

Manuel Fanha Vieira

1982–1985

Vida e serviço público · Fontes e leituras complementares

2 min de leitura9 referênciasInvestigação revista: 27 de setembro de 2026
Manuel Fanha Vieira
Retrato · Fotografia fornecida pelo proprietário do site

Vida e serviço público

Manuel Fanha Vieira nasceu no Entroncamento a 20 de junho de 1934 e trabalhou nas áreas da contabilidade e dos seguros. Depois de exercer funções como vereador a tempo inteiro entre 1979 e 1982, foi Presidente da Câmara pelo Partido Socialista entre 1982 e 1985. Durante a sua presidência, inaugurou o Jardim Afonso Serrão Lopes, dando continuidade a um projeto iniciado pelo seu antecessor. Mais tarde, o seu serviço à comunidade centrou-se na Santa Casa da Misericórdia do Entroncamento, que dirigiu até 2016.

Com a sua equipa, melhorou o hospital e o lar existentes e promoveu a criação de um novo lar e de uma unidade de cuidados continuados. Esta última tem o seu nome e entrou em funcionamento em setembro de 2010. Faleceu a 1 de junho de 2019, aos 84 anos, deixando um legado tanto na governação municipal como no apoio à comunidade.

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Formação e percurso profissional

Nascido no Entroncamento em 20 de junho de 1934, Fanha Vieira trabalhou em contabilidade antes de se dedicar à liderança institucional. Na entrevista de 2010 descreve a entrada na Santa Casa em 2001, num contexto de dificuldades financeiras, a formação de uma equipa e a melhoria dos serviços hospitalares e residenciais. A unidade de cuidados continuados preparava-se então para abrir. São memórias do entrevistado e relato jornalístico, não conclusões de auditoria.

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Legado e memória pública

A sua provedoria terminou em 2016. Uma entrevista à direção sucessora, em 2017, descreve dificuldades financeiras e reestruturação, elementos que completam uma leitura apenas celebratória da expansão institucional. Após a morte, em junho de 2019, a Assembleia Municipal aprovou por unanimidade uma homenagem à ação autárquica e social: a ata regista 23 votos favoráveis e um minuto de silêncio.

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O que comprovam os documentos

A história da própria Santa Casa situa a sua provedoria de 2000 a 26 de outubro de 2016, enquanto a memória publicada na imprensa refere 2001–2016. A cronologia institucional regista depois uma comissão administrativa desde 27 de outubro de 2016. A diferença de um ano no início mantém-se assinalada, sem uma conciliação artificial.

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Cronologia

  1. 1982 / 1983 – 1985

    Presidência: o ano inicial difere entre a homenagem municipal e a cronologia da biblioteca.

    [8][9]
  2. 2000 / 2001 – 2016

    Dirige a Santa Casa da Misericórdia, após a presidência municipal.

    [4][7][8]
  3. 2019-06-17

    A Assembleia Municipal aprova uma homenagem após o falecimento a 1 de junho.

    [8]

Fotografias, documentos e gravações

Segue-se uma coleção selecionada e documentada, sem pretender reunir todos os registos existentes. A maioria dos originais está em português.

Investigação preservada e transferências

Este dossiê preserva a nossa biografia e referências, não uma cópia de todas as publicações citadas. Artigos e vídeos externos permanecem nos seus editores, salvo autorização de reutilização. Os ficheiros guardados incluem proveniência e informação sobre direitos.

Fontes e leituras complementares

  1. Manuel Fanha Vieira: entrevista — O MIRANTE, 2010omirante.pt
  2. O MIRANTEomirante.pt
  3. Município do Entroncamentocm-entroncamento.pt
  4. Santa Casa da Misericórdia do Entroncamento — história institucional e provedoresscment.org
  5. ANMP — Presidentes dos municípios, 1976–2016anmp.pt
  6. Manuel Fanha Vieira: memória — O MIRANTE, 2023omirante.pt
  7. Santa Casa: entrevista à nova direção — Médio Tejo, 2017mediotejo.net
  8. Assembleia Municipal: homenagem — ata de 17 de junho de 2019cm-entroncamento.pt
  9. Biblioteca do Entroncamento — Presidentes da Câmara Municipalwikitejo.mediotejo.pt

Notas de investigação

Este é um dossier de investigação com fontes. Registos da época, estudos históricos posteriores e memórias pessoais são distinguidos quando divergem. Um projeto anunciado não é apresentado como uma obra concluída. Os catálogos ligados podem descrever documentos sem reprodução digital disponível.

  • Algumas fontes usam o ano da eleição, outras o da tomada de posse. A cronologia explica as datas ainda por esclarecer.
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