Presidentes do Entroncamento

Jacinto Marques Agostinho

1945/1946–1947

Vida e serviço público · Fontes e leituras complementares

2 min de leitura8 referênciasInvestigação revista: 27 de setembro de 2026
Jacinto Marques Agostinho
Retrato · Fotografia fornecida pelo proprietário do site

Vida e serviço público

Primeiro presidente do novo concelho, criado em novembro de 1945. A cronologia da biblioteca municipal inicia o mandato em 1946; o registo académico usa 1945. Um aviso oficial de março de 1946 confirma-o em funções.

[1][2][3]

Formação e percurso profissional

Antes de dirigir o Entroncamento, Jacinto Marques Agostinho já presidia à Câmara de Vila Nova da Barquinha. Um aviso assinado em 31 de outubro de 1944 regista-o nesse cargo. Outro, assinado no Entroncamento em 13 de junho de 1946, documenta a sua presidência do município recém-criado. Estes registos contemporâneos comprovam um percurso autárquico nos dois concelhos.

[4][5]

Datas e registo histórico

O registo académico inicia o mandato em 1945, enquanto a cronologia da Biblioteca Municipal indica 1946–1947. Uma reportagem de 2009 sobre a homenagem a José Duarte Coelho recorda que este recusou inicialmente a presidência e indicou Agostinho, sucedendo-lhe quando a doença motivou o seu afastamento. Estes relatos não permitem inventar uma data exata de posse.

[2][1][6]

Vida pública e debate

A história da polícia local de Manuela Poitout reproduz uma notícia de 1936 que atribui à Câmara da Barquinha, presidida por Jacinto Marques Agostinho, apoio à criação do posto policial do Entroncamento. Situa assim a sua atividade pública antes da criação do concelho.

[7]

O que comprovam os documentos

O Decreto-Lei n.º 35184, publicado em 24 de novembro de 1945, criou o concelho com a área da freguesia existente. Marcou a primeira reunião da Câmara para 19 de dezembro. Documenta o enquadramento legal da primeira presidência, mas não identifica Agostinho nem prova a data da sua posse pessoal. Está disponível abaixo um extrato de duas páginas com o decreto completo.

[8]

Cronologia

  1. 1944

    Um edital oficial identifica-o como presidente de Vila Nova da Barquinha.

    [4]
  2. 1945-11-24

    Publicação do decreto que cria o concelho; não identifica o primeiro presidente.

    [8]
  3. 1945 / 1946

    Início da presidência do Entroncamento: o registo histórico e a cronologia da biblioteca divergem.

    [2][1]
  4. 1946-06-13

    Assina um edital como presidente do Entroncamento, publicado a 25 de junho.

    [5]
  5. 1947

    Termina a presidência; sucede-lhe José Duarte Coelho.

    [6][2]

Fotografias, documentos e gravações

Segue-se uma coleção selecionada e documentada, sem pretender reunir todos os registos existentes. A maioria dos originais está em português.

Investigação preservada e transferências

Este dossiê preserva a nossa biografia e referências, não uma cópia de todas as publicações citadas. Artigos e vídeos externos permanecem nos seus editores, salvo autorização de reutilização. Os ficheiros guardados incluem proveniência e informação sobre direitos.

Fotografias, documentos e gravações

Os títulos das fontes e as legendas mantêm o idioma original.

Fontes e leituras complementares

  1. Biblioteca do Entroncamento — Presidentes da Câmara Municipalwikitejo.mediotejo.pt
  2. Maria Antónia Pires de Almeida — O poder local do Estado Novo à democracia, p. 280repositorio.iscte-iul.pt
  3. Documentary sourcefiles.diariodarepublica.pt
  4. Diário do Governo — 6 de novembro de 1944, p. 2355files.diariodarepublica.pt
  5. Diário do Governo — 25 de junho de 1946, p. 1673files.diariodarepublica.pt
  6. José Duarte Coelho: busto e debate público — O MIRANTE, 2009omirante.pt
  7. Manuela Poitout — história da polícia local e imprensa de 1936, EOLentroncamentoonline.pt
  8. Diário do Governo — Decreto-Lei n.º 35184, 24 de novembro de 1945, pp. 974–975files.diariodarepublica.pt

Notas de investigação

Este é um dossier de investigação com fontes. Registos da época, estudos históricos posteriores e memórias pessoais são distinguidos quando divergem. Um projeto anunciado não é apresentado como uma obra concluída. Os catálogos ligados podem descrever documentos sem reprodução digital disponível.

  • Nem todos os dados de nascimento, formação e família foram confirmados de forma independente. Omitem-se pormenores pessoais não verificados.
  • Algumas fontes usam o ano da eleição, outras o da tomada de posse. A cronologia explica as datas ainda por esclarecer.
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